Adeve, A. (2009). Memórias de um passado recente: I Encontro nacional de Jovens Feministas. In F. C. Papa, & R. Souza (Ed.), Jovens feministas presentes (pp. 36–41). São Paulo, Brasil: Ação Educativa: Fundação Frederich Ebert; Brasília, Brasil: UNIFEM.
2.
Adrião, K. G. (2008). Encontros do feminismo: uma análise do campo feminista brasileiro a partir das esferas do movimento, do governo e da academia. Ph.D.Thesis, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, Brazil.
3.
AdriãoK. G.ToneliM. J. (2008) Por uma política de acesso aos direitos das mulheres: sujeitos feministas em disputa no contexto brasileiro. Revista Psicologia e Sociedade20: 465–474.
4.
AdriãoK. G.ToneliM. J.MalufS. W. (2011) O movimento feminista brasileiro na virada do século XX: Reflexões sobre sujeitos políticos na interface com noções de democracia e autonomia. Revista de Estudos Feministas19: 661–682.
5.
Barbosa-Araujo, R. (2013). Jovens Feministas no Nordeste do Brasil: Um novo segmento político do movimento feminista brasileiro. Master dissertation, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, Brazil.
6.
Donato, C. R. (2012). Hip Hop e feminismo negro nos processos de participação de jovens negras. Master dissertation, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, Brazil.
7.
HarawayD. (1995) Saberes localizados: A questão da ciência para o feminismo e o privilégio da perspectiva parcial. Cadernos Pagu5: 7–41.
8.
MelucciA. (2001) A invenção do presente: Movimentos sociais nas sociedades complexas, Petrópolis, Brasil: Vozes.
9.
SartiC. A. (2004) O feminismo brasileiro desde os anos 1970: Revisitando uma trajetória. Revista de Estudos Feministas12: 35–50.
10.
ScottJ. (1999) “Experiência”: tornando-se visível. (A. C. A Lima, Trans.). In: Leite Da SilvaA.LagoM. C. S.RamosT. R. O. (eds) Falas de gênero, Florianópolis, Brasil: Mulheres.
11.
SilvaA. C. F. (2009) Mulheres Jovens e o problema da inclusão: Novidades no II Plano Nacional de Políticas para Mulheres. In: PapaF. C.SouzaR. (eds) Jovens feministas presentes, São Paulo, Brasil: Ação Educativa: Fundação Frederich Ebert; Brasília, Brasil: UNIFEM, pp. 45–58.
12.
SpivakG. C. (2001) Pode o subalterno falar?, Belo Horizonte, Brasil: UFMG.
13.
ZanettiJ. P. (2009) Reflexões sobre a participação juvenil no feminismo. In: NomeX. (ed.) Desafíos feministas en América Latina: la mirada de las jovenes, Montevideo, UY, Uruguay: Cotidiano Mujer, pp. 29–40.